
Abordagem e remoção
De acordo com relatos oficiais da Alaska Airlines, a atitude da passageira começou a gerar preocupação entre os profissionais responsáveis pela segurança do voo. A empresa avaliou que a conduta interferiu diretamente na tranquilidade e na integridade da operação a bordo.
"A tripulação não se sente segura com sua permanência a bordo"
Em vídeos publicados nas redes sociais, a evangelista aparece em pé no corredor da aeronave afirmando aos demais viajantes que o atraso na decolagem poderia estar salvando alguém de algum perigo iminente. Um funcionário da companhia surge nas imagens comunicando a decisão de expulsão.
Repercussão e histórico
Ao ser retirada do avião, a mulher questionou a medida adotada pelos operadores e alegou que sua intenção era apenas transmitir ensinamentos religiosos.
"Eu não sabia que a mensagem de Jesus Cristo era insegura"
Em publicações na internet, Lynn classificou a expulsão como uma forma de guerra espiritual e relatou ter continuado a pregar para funcionários do aeroporto e de um hotel. Um jornal local revelou que a passageira já havia declarado em entrevistas anteriores o hábito de evangelizar compulsoriamente durante viagens aéreas. Até o momento, as autoridades policiais de Orlando não registraram ocorrências criminais sobre o caso.