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Bióloga goiana completa viagem de moto de Goiânia até o Alasca

Em uma Honda Sahara 300, o casal percorreu mais de 20 países das Américas ao longo dos últimos dois anos

Redação
Por: Redação
17/07/2026 às 10h13
Bióloga goiana completa viagem de moto de Goiânia até o Alasca

A bióloga Barbielly Bispo, natural de Rio Verde, Goiás, alcançou um feito impressionante nesta semana: ela chegou ao Alasca, nos Estados Unidos, após uma jornada de pouco mais de dois anos sobre duas rodas. Acompanhada pelo companheiro, o designer gráfico Rogerio da Cruz, a dupla percorreu as Américas do Sul, Central e Norte em uma Honda Sahara 300.

A expedição de Barbielly começou logo após a conclusão de sua graduação em biologia. Motivada pelo desejo de explorar a biodiversidade brasileira e o contato direto com a natureza, a goiana iniciou sua trajetória como mochileira. O encontro com Rogerio ocorreu em 2024, no Pará, onde ele, que já estava na estrada desde 2021, ofereceu carona para uma travessia até a Venezuela.

"São duas histórias que se encontraram. Eu que viajava já sozinha, mochila... como mochileira pelo Brasil. Depois encontrei o Roger, que já tinha percorrido a América do Sul inteira", explicou a bióloga.

 

Rota das Américas

O casal apelidou a motocicleta de "Sara" e, juntos, cruzaram fronteiras por mais de 20 países. O itinerário incluiu passagens por nações como Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina, México e Canadá, até atingirem o extremo norte do continente americano nesta quarta-feira (15).

A rotina de viagens transformou o estilo de vida de ambos. Hoje, Barbielly e Rogerio vivem como nômades digitais, sem residência fixa e com foco total na exploração de novos horizontes. Eles compartilham os detalhes da aventura e os desafios das estradas por meio de suas redes sociais.

 

Próximos passos

O sucesso da chegada ao Alasca já impulsionou novos planos para o futuro. Com a visibilidade conquistada durante a viagem, o casal busca agora recursos para viabilizar o transporte da moto até o continente europeu.

"Atualmente não temos residência fixa, somos nômades digitais. Nosso sonho agora ficou ainda maior, desejamos enviar nossa moto para Europa e continuar uma volta ao mundo", afirmou Barbielly.

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